10. Histórico · versão 2.0.0
Histórico do Manifesto
A origem do Manifesto é o repositório jhowdev. Toda mudança nasce numa ADR de lá e ganha uma
versão aqui (a versão em vigor está em VERSION). Nos outros projetos, esta pasta é
read-only e muda só por pnpm manifesto:pull, que mostra as seções novas deste histórico.
Versão: SemVer. Maior quando uma regra muda de sentido ou sai; menor quando entra capítulo, regra ou modelo novo; correção para texto, link e exemplo.
2.0.0 — 2026-10-08 · ADR 143 (o Manifesto escrito para usar com o Gestor)
O que mudou de sentido (por isso a versão maior):
- “Tudo é ADR” virou “Tudo o que mexe no código é ADR” (princípio 2). Do módulo ao bugfix de uma linha, o código continua sempre numa ADR. O que não mexe no código — um deploy, um roadmap, a organização do trabalho — deixa de ser ADR: é uma tarefa no Gestor, se valer registrar. Um estudo só vira ADR quando é complexo e vai ser reaproveitado. A regra e os casos estão no capítulo novo Tarefa ou ADR.
- “Fonte da verdade é o repositório” virou “Um fato, um lugar” (princípio 4): o que é útil no contexto do repositório (a decisão, o plano, a execução viva, os relatórios) mora na ADR; o que é útil para gerir (as tarefas, os prazos, os ciclos, a conversa com o cliente) mora no Gestor. A matriz fato a fato está em Quem faz o quê.
- A IA orquestra sozinha. Ninguém precisa dizer “abre a tarefa tal” ou “abre a ADR tal”: a IA
decide se o trabalho é ADR, acha ou cria a ADR, vincula à tarefa e anda a tarefa (Em andamento ao
começar, Revisão ao fechar a ADR; o Concluído é do dono). A regra está num bloco único de
Tarefa ou ADR, entre as marcas
<!-- manifesto:regra:inicio -->e<!-- manifesto:regra:fim -->, que o Gestor lê e leva às instruções do MCP e ao Executar; omanifesto:checkconfere o bloco. - “Abrir ADR” deixou de ser papel do Arquiteto e do CEO: a IA abre pela regra, e eles aprovam
o
001e decidem o quiz (Papéis).
O que mudou (sem mudar de sentido):
- A numeração vem da reserva do Gestor (sem colisão entre sessões paralelas, nunca reusada);
sem o Gestor, o maior + 1. O índice
.specs/readme.mdé uma lista enxuta e narrativa (número, título e situação), sem “a próxima ADR é a…”, e oCLAUDE.mdtambém deixa de dizê-lo (Fluxo de ADR). - ADRs vinculadas às tarefas do Gestor, com os papéis implementa e contexto; o
005copia as tarefas vinculadas no fechamento (seção “Tarefas no Gestor” no modelo). O termo é vincular. - O commit cita a tarefa e a ADR no rodapé (
Tarefa: KBP-12,ADR: 098), e o Gestor mostra esses commits no item e na ADR, só à equipe (Git e commits). - O
006chega ao cliente pelo Gestor; o envio pelo Discord vira opcional (Relatórios e PDF). - Glossário: “Tarefa” é a do Gestor; o item técnico do
004é o passo (o arquivo continua004-tasks.md, e o modelo chama a coluna de “Passo”). - Continua igual: o
001com a situação (Em planejamento·Em execução·Concluído) e a tabela de prazos; o004com a situação de cada passo (todo/doing/done/blocked) — o passo que também é tarefa leva o identificador ao lado; os seis arquivos; a ADR concluída imutável.
Ajustes do dono antes da publicação (ADR 147 do jhowdev, dobrados nesta mesma versão: a 2.0.0 ainda não tinha saído do jhowdev):
- Docker recomendado para projetos novos, porque já vem instalado nos espaços do Gestor (o Podman precisaria ser instalado); o Podman também funciona. Era “Podman primeiro, Docker como alternativa” (Infraestrutura, stack universal, Ferramentas padrão). O kit dos modelos usa o que houver, o Docker primeiro; o pacote de produção continua Podman.
- Orquestração de agentes reescrito com os dois modos: teammates (um agente por frente conversando com o orquestrador, para o trabalho longo e ajustado no caminho) e workflows (uma execução roteirizada, para um lote de ADRs bem definidas: implementar → revisão adversarial contra as palavras do dono → integrar), e as regras comuns (um worktree, uma porta e um banco de teste por frente; só o orquestrador no banco principal; integração uma por vez com a trava; relatório com verificado e não verificado; a mensagem que chega depois da integração se perde). Glossário: Orquestrador e Teammate revistos, Workflow novo.
- Push só com a autorização do dono e sem pull request (Git e commits):
a IA faz o
git pushquando o dono pede ou autoriza daquela vez (pode oferecer), nunca--force; agente secundário e workflow nunca fazem push. Integrar é o merge local; o pull request saiu do método (antes, “opcional”).
Novo: Tarefa ou ADR, Quem faz o quê, Sem o Gestor e Gestor. O Gestor é recomendado, não obrigatório: o método funciona inteiro nos dois modos.
Para atualizar um projeto 1.x: pnpm manifesto:pull numa ADR; tirar do CLAUDE.md e do
.specs/readme.md a “próxima ADR”; com o Gestor, cadastrar o projeto e o repositório e configurar o
MCP. Nenhuma ADR que já existe muda: só o trabalho novo segue a 2.0.0.
Para ficar na 1.x: pnpm manifesto:pull --versao 1.2.1 traz a pasta da etiqueta
manifesto-v1.2.1 do jhowdev (a opção --versao é nova nesta versão do manifesto:pull; copie o
script novo antes). A 1.x fica congelada: não recebe correções.
1.2.1 — 2026-09-29 · ADR 076 (revisão final)
- Corrigido: o banco local é o mesmo em todo o Manifesto e nos modelos: em contêiner
(Podman primeiro, Docker como alternativa), pelo
compose.ymlna raiz, como já dizia Ferramentas padrão. A infraestrutura, a orquestração de agentes e a stack universal ainda diziam “sempre em Docker” comdocker-compose.yml. - Corrigido: o Setup do modelo de CLAUDE.md usa
pnpm run initepnpm db:start, como os projetos gerados, em vez decp .env.exampleedocker compose up -d.
1.2.0 — 2026-09-28 · ADR 076 (boilerplates e kit de ferramentas)
- Novo: Ferramentas padrão: o kit de scripts que todo
projeto traz (banco local,
psql, backup de vários bancos com rotação, restauração num banco separado, compartilhamento de backups com senha, provas do armazenamento e do e-mail, PDFs,manifesto:pull,init), os comandos do Monorepo e o kit de produção opcional. - Novo: os modelos de projeto (Vazio, Manifesto e Monorepo) existem: Como usar
mostra como gerar um projeto (
pnpm boilerplate:buildno jhowdev), e o glossário, os Modelos e Relatórios e PDF deixam de dizer “planejados”.
1.1.1 — 2026-09-28 · ADR 075 (revisão)
- Corrigido: o fluxo de branch agora é um só também em
Papéis e responsabilidades e no
deploy: o Dev trabalha na
develop(branch própria e PR opcionais) e promover para amainsegue a regra do projeto. A 1.1.0 dizia ter corrigido isso, mas os dois capítulos ainda pediam branch própria, PR e aval fixo. - Corrigido: os modelos de projeto (Vazio, Manifesto e Monorepo) aparecem como planejados (ADR 076 do jhowdev), não como algo que já existe.
- Corrigido: o portão de entrega é o mesmo em todo o Manifesto:
pnpm lint,typecheck,testebuild(stack universal e testes). - Corrigido: o esqueleto de Design System e tokens liga
--font-sansà variável donext/font(não a ela mesma) e ligapopover,popover-foregroundedestructive-foregroundno@theme inline. - Corrigido: exemplos neutros no lugar do domínio do projeto de origem (“clientes, contratos”; “Tarefa e Projeto”).
- Corrigido: o prefixo dos commits de documentação de ADR é
adr/docs:em todo lugar, e o modelo do 005 ganhou as seções “Bibliotecas” e “Decisões”.
1.1.0 — 2026-09-28 · ADR 075 (Manifesto com origem no jhowdev)
- Origem no jhowdev. A pasta ganha
VERSIONe este histórico; nos projetos, a atualização épnpm manifesto:pull(clone esparso só demanifesto/, diff para revisar, sem commit). - Novo: Design System e tokens (Tailwind v4,
oklch, claro e escuro por padrão). - Novo: Modelos: ADR, Design System,
CLAUDE.mde a ADR de exemplo 000, que resolve o link de Os seis arquivos. - Novo: Prompts essenciais, com atualizar e mudar o Manifesto.
- Novo: Auditoria de projeto, em 11 eixos.
- Corrigido: o fluxo de branch agora é um só, o de Git e commits
(
developpara trabalhar; branch por ADR e PR opcionais), também no fluxo de ADR e no deploy. - Corrigido: a introdução, o “como usar”, “Relatórios e PDF” e o glossário falam da origem no jhowdev e dos modelos de projeto (Vazio, Manifesto e Monorepo), em vez de um repositório-modelo único.
1.0.0 — 2026-09-23 · ADR 010 (Adoção do Manifesto)
- A cópia de 25 arquivos adotada pelo jhowdev: introdução, princípios, fluxo de ADR com os seis
arquivos, stack universal, padrões de
architecture/(00–12) e glossário.