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3. Fluxo de ADR · versão 2.0.0

Sem o Gestor

manifesto/02-fluxo-adr/06-sem-o-gestor.md

O Gestor é recomendado, não obrigatório. O Manifesto funciona inteiro nos dois modos: o que muda sem o Gestor é só onde mora o controle — a parte do método que vive no repositório (as ADRs, a execução viva, os relatórios) é a mesma.

Vale para o projeto que não usa o Gestor e para o projeto que o usa, enquanto ele está fora do ar.

O que muda

Com o GestorSem o Gestor
A tarefa no GestorA conversa com a IA, ou a ferramenta que o projeto já usa. O que importa para o código já está na ADR
O número da ADR pela reservaO maior número em .specs/adr/ + 1, conferido na branch em que se trabalha (com trabalho em paralelo, quem distribui os números é quem orquestra)
O esqueleto e a conferência do formato pelo MCPO modelo da ADR, copiado à mão, e o verificador do kit, quando o projeto o tem
O vínculo ADR ↔ tarefaO 005 lista as tarefas da ferramenta do projeto (ou diz “Nenhuma”)
Mover a tarefa para Em andamento e RevisãoNada: a situação do trabalho técnico já está no 001 e no 004
O 006 ao cliente pela DocumentaçãoOs PDFs da ADR (pnpm adr:pdf), enviados à mão pelo canal do projeto
Os commits no itemO git log; o rodapé Tarefa:/ADR: continua valendo (cita a tarefa da ferramenta que houver)

O que não muda

  • Tudo o que mexe no código é ADR, com os seis arquivos.
  • O 001 com a situação e os prazos; o 004 vivo; o fechamento com o 005, o 006 e os PDFs.
  • O índice enxuto em .specs/readme.md, sem “a próxima ADR é a…”.
  • A IA orquestra sozinha pela regra de Tarefa ou ADR: só pula os passos do Gestor.

Quando o Gestor volta

Nada a migrar no repositório. Quem quiser cadastra as tarefas que faltam e vincula as ADRs abertas a elas; as ADRs já fechadas ficam como estão (a lista do 005 é a memória delas).